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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

O AMOR TEM MUITAS MÁSCARAS

Ontem eu era um príncipe
E realizava todos os teus sonhos
Mas teus olhos se abriram
E não me reconheceste mais...

Quando amamos
E não somos correspondidos
Tornamos-nos seres horríveis
Não há amor-próprio que conserte tal estrago...

Comigo foi assim
Caminhos errados
Estradas escuras
Fui queimado em fogueiras...

E por mais lindo
Que seja o amor
Sempre têm os que condenam
A minha maneira de amar...

Agora prisioneiro de mim mesmo
Não me reconheço mais
Sem minhas máscaras (aquelas...)
Que tive que vestir para te amar...

Mário Feijó
11.01.10

COMENTÁRIO: somos viajantes do tempo quando vivemos o amor e eu me imaginei amando na época da inquisição... Seria realmente queimado na fogueira (risos)... O poeta tudo pode, até viajar no tempo...
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