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sábado, 14 de janeiro de 2012

GRANDES AMORES PEQUENOS SONHOS






Todos os meus sonhos
Sempre foram tão pequenos
Por isto jamais serei
Um grande homem 

Nunca pensei em muito dinheiro
Embora dinheiro passasse por minhas mãos
Feito água em rio caudaloso
Eu sempre o deixei fluir – não fiz represas 

No entanto eu era meio
Um sapo encantado
Sonhando com príncipes e cinderelas
Ou apenas com minha liberdade na lagoa 

Quem sabe se estes sonhos tão pequenos
Este contentamento com tão pouco
Que não tenham me feito voar feito borboleta
Fiquei nos voos rasantes das libélulas... 

Mário Feijó
14.01.12
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