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terça-feira, 22 de março de 2011

MINHA FORÇA ESTÁ NA LUZ DO SOL



A lua sangrou numa rajada de vento
E quando a rocha se partiu
Foi como se um raio a quebrasse
E dentro de mim meus ossos petrificados
Descalcificaram quebrando-se um a um
Restando apenas meu corpo alquebrado
Como se eu fosse uma água viva...

E eu reluzente
Sob a luz da lua
Era devorado feito plâncton
Por baleias gigantes...

Meta não era
Metamorfose sim
Amorfo, inodoro, inerte
Energia das marés, eólico
Minha força estava nos ventos
Sobrevivi pela luz do sol...

Mário Feijó
22.03.11
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