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domingo, 22 de maio de 2011

UM CASO DE AMOR


Outro dia ouvi
O vento maldosamente soprar
Que a brisa não era de nada
Tempestade nem sabia criar

Estava a brisa nos campos
Solitária a trabalhar
Colhia pólen daqui
Pra outra terra fecundar...

As plantas agradecidas
Botavam frutos a dar
Vinha o vento invejoso
Querendo árvores arrancar...

Foi tanto o encanto
Que a linda brisa causou
Que o vento que parecia violento
Vento fresco se tornou...

Mário Feijó
23.05.11
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