terça-feira, 27 de janeiro de 2015

TUAS ASAS


TUAS ASAS

Quando estavas comigo
Flanavas feito gaivota
Tranquila sobre o mar

Agora que alçaste voo
Nem sei como partiste
Sob o colchão
Encontrei tuas asas

Imaginação minha
Ou são minhas próprias asas
Há tempos aposentados?

Impossível! Sempre me pego voando
Devem ser realmente as tuas
Venha buscá-las! Não quero que
Por falta delas deixes de sonhar!

Mário Feijó

27.01.15 

Um comentário:

Yehrow, Adônis, ou quem quiser eu seja. disse...

Poeta Mário, boa noite. Sua poesia, um soneto leve que adeja a mais sublime nostalgia, tem asas que lhe deste e também nos doa permitindo voar juntos em tão bela inspiração. Com prazer meu louvor.