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sábado, 3 de janeiro de 2015

IRREQUIETO

IRREQUIETO

Eu ouvi dizer
Que ele era irrequieto
Mas o irrequieto sou eu

Eu quem vive
Pendurado nas dobras do mundo
Que pulo de galho em galho
Como se fora um macaco

Agora me chamam de macaco
Mas já me chamaram de “desalmado”
De quem não sabe amar
Porém tudo o que fiz de melhor na vida foi amar

Mas quem entende de amor
Para querer me condenar?
Ainda chamam o macaco de irrequieto
Irrequieto sou eu que não canso de amar

Mário Feijó

03.01.15     
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