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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

EM CADA PORTO UM AMOR


Eu fui ao cais
Somente para olhar
A lua e o mar
E vi chegar muitas embarcações...

Ao longe ouvi
Os apitos estridentes de um navio
E seu mastro imponente
Logo ao cais chegou

Não era a visão
Que eu esperava
Mas não posso negar
Que a sua opulência me perturbou...

Há tantas estórias
E tanto mistério em um navio
Que aporta pela vida afora
Em tantos portos e corações...

Mário Feijó
16.02.11
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