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sábado, 17 de março de 2012

OS MOTIVOS DA MINHA ESCRITA





Eu não escrevo para que me entendam, eu escrevo para acordar as pessoas, para que elas reflitam e se entendam...

Algumas vezes esperneio com o que fazem comigo, mas minha essência é boa, embora muitos me julguem, alguns até pensam que eu sou do mal.

Mas desta vida nada quero além de aprender. Eu sou um ser em evolução, mas não me prendo a credos ou dogmas das igrejas que por aí estão...

Acredito em Deus e que somos seres espirituais em evolução, mas dentro de nós habita sim um anjo e um demônio e que escolhemos nossos caminhos...

Não me julgue, nem a si mesmo.

Apenas viva e se permita viver... porque quando se vê o dia acabou e quando se pensa no dia o mês acabou, e quando se pensa no mês acabou o ano e a vida se foi.

Eu não construo coisas materiais, mas tenho algumas que me acompanham: meus livros, meus CDs, minhas roupas, um carro para me levar aonde eu quero ir e um lar. Não importa se é meu ou alugado. Mas ninguém pode dizer a hora que eu devo dali sair, eu preciso de segurança, preciso de um abrigo, preciso de paz.

Há muito eu brigo pelas coisas que eu quero, mas jamais briguei por coisas materiais. Espaço é uma coisa. Ter é outra completamente diferente e eu não tenho nem levarei nada desta vida, além do meu próprio SER. Por isto procuro construí-lo, criar bases sólidas para que o ser espiritual que me habita não desmorone.

Por isto mais uma vez eu lhe digo: não me julgue, nem a si mesmo, permita-se viver...

Algumas vezes eu sou intrigante, outras instigante, mas jamais você irá dizer que eu passei pela vida de alguém sem ali ter deixado marcas. Cada um me julga pelo que é. Se você tem uma essência boa, certamente logo se identificará comigo, mas se já sofreu muito na vida e se está com um pé atrás com os outros, certamente me odiará, porque eu cutuco, faço você ir pra frente, deixar de ficar no tempo parado pensando no que já passou. E ninguém gosta que mexam com suas feridas: por isto eu digo que sou instigante. Quero reação, quero amor, quero perdão, quero amigos, doidos ou santos, mas quero-os sempre...



Mário Feijó

17.03.12


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