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terça-feira, 23 de agosto de 2011

CABO FRIO



Águas transparentes como se fossem
Cristais derretidos, frios
Batiam levemente na areia

Em ondas espumantes
O vento levava de um lado ao outro
Nuvens de areia fina...

Lá distante incrustado
Em suas águas verdes
Pairava um navio de carga
Vermelho e preto ferindo a natureza...



O céu sem nuvens ia do cinza no horizonte
Ao azul piscina sobre a minha cabeça
Eu só agradeci a Deus
Por conhecer um pouco do que é o paraíso...

Mário Feijó
22.08.11
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