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domingo, 3 de abril de 2011

VOCÊ NÃO SOUBE ME AMAR


Então quero sair da tua vida
Da mesma forma como entrei
Feito um vento no final de tarde
Em um dia de muito calor...

Pensei, talvez, quem sabe
Que no inverno gelado
Eu poderia ser uma nesga de sol
E que pudesses me aquecer...

No entanto, com a vida
Atribulada que tens
Eu vejo que tu cantas
E é a muitos que encantas
Com teus versos pobres
Que eu não consegui te dizer...

Mesmo assim por alguns instantes
Eu te tive em meus braços
Dei-te um abraço de despedida
Senti o teu calor, mas o meu amor
Isto tu nem sequer provaste...

Mário Feijó
03.04.11
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