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quarta-feira, 15 de outubro de 2014

SEM SAPATINHOS DE CRISTAL

SEM SAPATINHOS DE CRISTAL

Se tudo era um sonho
Eu não quero acordar
Sei que não sou sapo
Porém passeei de carruagem

Quando o dia amanheceu
Não havia abóboras na porta
Tampouco um sapatinho de cristal
Mas eu fiz uma viagem encantadora

Agora no mundo real
À minha volta há água, água e mais água
Estou à beira da lagoa
Comendo moscas e mariposas, como sempre

Enamorado olho para a lua
Como se implorasse a ela
Um novo encantamento
Abro mais um livro e entro na sua história...

Mário Feijó

15.10.14
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