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sexta-feira, 3 de outubro de 2014

FLORIANÓPOLIS

FLORIANÓPOLIS – CIDADE MACULADA

Olho ao redor e vejo a magia de Florianópolis. Melhor dizendo sinto-a porque magia a gente sente e diante de tamanha beleza volto aos meus tempos de menino e adolescente correndo pela beira da praia no Estreito, no Abraão, Praia da Saudade e no Balneário. Ou quando caminhava, a pé pela Ponte Hercílio Luz.
Não consigo entender que o tráfico e bandidos possam estar dirigindo a cidade e o Estado, ou determinando o que devemos fazer.
Há poucos anos acontecia algo parecido em Nova York, mas “alguém” teve coragem e implantou “tolerância Zero”. Alguns dizem, mas e os direitos humanos?
Como é que podemos pensar em direitos humanos de uns poucos bandidos quando eles batem, destroem, mutilam e até matam usando menores infratores?
E não são poucos os que são atingidos. São milhares e até milhões quando o caos se alastra por todo o Estado.
Onde está o direito da população, de ir e vir, assegurado pela Constituição, em ter paz; não ter medo; não se submeter a tudo isto?
E a Cidade tão bela, e um Estado tão pacífico e ordeiro vira um campo de guerra. Vejam só: o bandido entra em um ônibus, manda todos descerem, menos o motorista, jogam gasolina, ateiam fogo e mandam que ele continue dirigindo. Para os bandidos há “direitos humanos”, mas para a população, o que há? Desespero, angústia, incertezas...
É chegada a hora de não ter medo. De enfrentá-los, caso contrário eles se instalam no poder, corrompendo ou elegendo seus governantes, porque parece que eles têm recursos pra isto. E como conseguem? Com Direitos Humanos... e vão enriquecendo e corrompendo, e amedrontando, e nos tornando seus reféns. Parece que a ordem se inverteu: os bandidos mandam e nós nos sujeitamos. E o que fazem nossos governantes “bananas”? Mandam “dialogar” como disse a “tia” na ONU.
Não dá para tolerar mais isto. É preciso que os governantes não se sujeitem, caso contrário começaremos a pensar que estão com o “rabo preso”.
Eu quero meus manezinhos na rua. Ouvir “ôóóóóóió tás pensando o quê?”. “Mofas com a pomba na balaia”... “vai indo toda vida, toda vida e lá na frente, dobra à direita, é logo ali”.
Estão pensando o quê? Mofem com a pomba na balaia. Sigam em frente, dobrem à direita ou à esquerda e vão para o inferno...
Sei que não dá mais para apagar as cicatrizes de tudo isto, mas podemos ser felizes longe das drogas e do tráfico. Falta boa vontade... falta querer... vamos lá?


Mário Feijó

03.10.14
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