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segunda-feira, 27 de junho de 2011

A FLOR DO AMOR





A cada dia
Que fico longe de ti
Vou morrendo aos poucos 

Sou flor que sem água
Pouco a pouco vai murchando
Até secar por completo 

És o sol da minha fotossíntese!
És o húmus que me alimenta!
É depressivo não ter você
Tua presença solar me sustentava... 

Deixei de ser vida inteligente
Não há sentido na privação de amor
Não sou cactos que sobrevive sem água
Sou pura flor do amor... 

Mário Feijó
27.06.11
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