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quinta-feira, 22 de abril de 2010

FALSOS AMIGOS


Eu me sinto morrer aos poucos
Diante da incompreensão
De pessoas que eu pensava
Serem minhas amigas...

Algumas delas pensam
Que precisam passar
Por cima de todos
Os que encontram pela frente...

Outras pensam que cargos
Os fazem serem melhores
Que títulos lhes dá segurança
E nós não somos nada sem amor, sem amigos...

Escondem-se atrás de poderes
Acenam com vantagens financeiras
E se perdem pelo caminho
Deixando escorrer pelo ralo a sua dignidade...

Alguns até deixam lágrimas
Escorrer de seus olhos quando descobertos
Têm os pés de barro quebrados
Enquanto se debatem para sobreviver
Em falsos castelos de ilusão...

Mário Feijó
22.04.10
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