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sábado, 13 de fevereiro de 2010

A PAZ DO MEU AMOR




Agora que minha sede acabou
E que minha vida é de paz
Que eu não conto mais as horas
E não te procuro mais

Quero subir no monte mais alto da cidade
Olhar no vale as luzes acesas
E no céu ver as estrelas brilhando

Quero admirar a lua quase cheia
E contar no céu escuro
Os pirilampos piscando...

Quero sentir o cheiro de mato
Respirar o ar puro
Encher de oxigênio meus pulmões
Como se eu estivesse fazendo
Terapia com o meu corpo...

Quero aspirar para dentro dele
Somente energias puras e de amo
Buscar a tranqüilidade
Perdida na fumaça dos carros
Ofuscada pelo brilho dos faróis...

Quero extrair lá de dentro de mim
Tuas lembranças engavetadas
Ter paz no meu amor
E me entregar finalmente
Sem sustos e sem medos...

Mário Feijó
13.02.09
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