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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

CONFISSÃO DE AMOR



Diante de um calor abrasador
És como a brisa refrescante
Do meu corpo sedento e faminto
Em épocas de escassez

Partiste sem alimentar meu coração
Que definha na solidão
Não por companhias desconhecidas
Mas a solidão do meu amor solitário...

Sou o Romeu que sofre sem sua Julieta
A Lua frígida enrubescida e nova
Que só vê a luz do Sol à distância
Enquanto se consola nos ombros da Terra...

Pareço ter nascido sem par
Um dia experimentei o teu corpo
E agora não consigo mais calar
O desejo de estar contigo e te amar...

Quero confessar ao mundo
Todo o meu amor
Despir-me de todos os pecados
E numa entrega total fundir o meu corpo ao teu...

Mário Feijó
09.02.10
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