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quinta-feira, 5 de setembro de 2013

SINTO SAUDADES DE ABRAÇOS



SINTO SAUDADES DE ABRAÇOS

Há em meu peito uma dor
Feito adaga afiada
Que vai lá no fundo d’alma
E com cortes precisos
Faz sangrar sem ferir de morte
E são apenas cortes
Para que eu não morra
Mas que sofra e sinta dor

E me dói a incompreensão dos filhos
E me dói a distância dos amigos
Que se acomodam em suas vida
Faltam abraços de amor

É a incompreensão do mundo
Onde humanos esquecem quem envelhece
Ninguém faz nada para mudar
E esquecem que a juventude
É uma benesse que não é eterna...

Mário Feijó
05.09.13
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