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domingo, 16 de setembro de 2012

AMOR EFÊMERO


AMOR EFÊMERO 

Quando eu te vi
– eu não pedi, mas as coisas foram acontecendo – 

Quando eu te abracei
- eu não queria, mas vi um amor nascendo – 

Eu sabia que sofreria
- mas eu de ti precisava, fui me entregando – 

Quando eu me senti perdido
- eu tentei fugir, mas não mais podia, estava envolvido – 

Quando eu pensei que ainda era dono de mim
- tinhas tomado posse do corpo e da minh’alma – 

Quando eu pensei que ia entardecer
- tinha anoitecido, as luzes não se acendiam mais
 
Eu estava envolvido por ti
Enrolado em teu corpo sem poder fugir

Mas tu fugiste como fumaça
Que eu não mais podia tocar
Acordei suando, passo os dias a suar...

 

Mário Feijó
16.09.12

 

 
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