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domingo, 8 de novembro de 2015

À BEIRA DO CAOS

À BEIRA DO CAOS

Perde-se a inocência
Em uma noite fria
Ou numa noite d’amor

Perde-se a inocência
Diante de uma traição
Ou diante de mentiras
Que te enredam a descobrir o caos

E quando deixamos a inocência de lado
Podemos cometer pecados
Por sentimentos vis
Feito Ira, Ódio e Vingança

Eu confesso: já estive à beira do caos
Porém não perdi a inocência
E vencer o mal
É a maior provação

Somos testados todos os dias
Temos que estar alertas
Acreditar na força do amor
E que o nosso lar não é aqui
Mas para onde estamos indo...

Mário Feijó
08.11.15

http://www.recantodasletras.com.br/poesias/5441948
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