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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

A FORÇA DA NATUREZA






Diante da força da natureza
Eu sou quase nada
Eu sou quase nada no mar
Eu sou quase nada na chuva 

Eu sou quase nada diante do vento
Diante do luar eu mudo
Você pra mim é tudo
Quero teu corpo alcançar 

Volto a ser nada
Diante da luz do sol
E diante de um vulcão
Eu sou um nada longe
Contentando-me a reclamar poeira 

É o que eu sou na galáxia
Poeira efêmera
Que se esvai em segundos
Que o vento leva
Que se dilui na bruma... 

Mário Feijó
06.12.11
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