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segunda-feira, 5 de maio de 2014

ESTÁTUA DE PEDRA



ESTÁTUA DE PEDRA

Quisera eu que houvessem
Flores em teus braços na partida
Mas só havia um sorriso irônico
Meio cínico, meio “approach”
Na hora do adeus...

Eu me senti lesado
Com a tua rejeição
Dizias ter o cérebro vazio
E não saber amar, mas
Amar se aprende amando
Já profetizou Drummond...

Sinto-me como se tivesse
Aberto os olhos para Medusa
E virado estátua de pedra

Pareço não ter mais encanto
Quem eu quero não me quer
E quem me quer perde seu tempo
Tudo loucura, de um poeta neste momento...

Mário Feijó
05.05.14  
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